Três poderosas perguntas para descobrir seu propósito de vida

Publicado em: 08/05/2018
Autor: Claudio Brito
Assunto: Sem categoria
Tempo de leitura: 5 minutos

Você já se questionou o motivo pelo qual seus domingos lhe parecem tão deprimentes e as segundas-feiras tão sem graça? Pessoalmente, acredito que todas as pessoas já se fizeram essa pergunta alguma vez na vida.

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Vivemos em uma sociedade que nos educa a encarar o mundo do trabalho como um espaço de subsistência, não como uma oferta de possibilidades – em que ter paixão e se descobrir profissionalmente se incluem numa delas.
Eu penso que isso é extremamente complicado…. De 24 horas do seu dia, você estará gastando entre 6 a 8 dormindo. Mais 8 a 10 horas serão dedicadas ao seu emprego e profissão. Dois terços do seu dia já foram embora nessa matemática.
Quer me convencer, então, que devemos utilizar 60% a 70% do nosso tempo para atender necessidades – repouso do corpo e ganho de dinheiro?
Observando pessoas que levam a cabo essa filosofia de vida, pude observar algumas coisas:

  • seus dias passam de modo bem lento. Cada atividade parece ser feita arrastada. Contraditoriamente, também passam rápido; há a sensação de que nunca se fez nada de relevante.
  • reclamam com mais frequência da vida e das pessoas; tendem a atribuir seus destinos exclusivamente a uma má sorte.
  • adoecem com certa frequência. Horas de trabalho, em vez de convertidas em paixão que rejuvenesce, transformam-se em tédio aterrorizante.
  • Não raramente outras áreas de suas vidas são afetadas. Os relacionamentos costumam ser os que mais sofrem.
  • Que tal continuar a lista?

Poderíamos ficar aqui infinitamente. Essa lista não pararia de crescer e – infelizmente – encontraríamos diversos exemplos para encaixar nela.  Já temos em mente, agora, que tipo de filosofia de vida leva multidões a viverem de maneira frustrada: trabalho é apenas subsistência, algo para se ganhar dinheiro e usar o resto do tempo para curtir outros “prazeres”.
Eu te convido a não ser uma dessas pessoas.

Da crença limitante à paixão por se descobrir profissionalmente

Sabemos que nada é tão simples quanto parece. Já compreendemos que há uma crença limitante que afeta milhões de pessoas todos os dias. Algumas por não serem capazes de sair da caixinhas, outras por falta de opção. Eis o motivo que criamos este artigo, com o objetivo de:

  • pontuar as razões para trabalhar com paixão;
  • incentivar a busca do seu aprimoramento profissional;
  • entender que uma vida ideal não é a que você deseja, mas aquela que se constrói
  • Descobrir-se profissionalmente

Trabalhar com o que se gosta exige esforço do indivíduo para não sucumbir à pressão de familiares, amigos e inimigos (é tanta gente querendo meter o dedo na sua vida que fica difícil lembrar de todos que lhe deram uma opinião que as vezes nem mesmo foi pedida).
O primeiro ponto é a se discutir é: o que você gosta de fazer? É provável que você responda com bastante autoridade: isso é fácil! E me passe uma lista de uma série de atividades que mais ou menos lhe interessam.  Simples, não?
A verdade é que as respostas que conseguirmos com esse tipo de pergunta podem até nos satisfazer por um tempo, mas a longo prazo não serão suficientes. Temos de ir mais fundo. Observe esta outra pergunta:

    • qual o meu propósito de vida?

Do gosto ao propósito, da paixão à realização

Ainda com relação as duas questões, pense sobre isso: perguntar o que se gosta de fazer é absurdamente vago. Pode incluir sua profissão, como também aquilo destinado ao lazer e hobby. Não apenas isso: gostos são temporários e mudam.
Agora quando a questão é o propósito, tudo muda. Primeiro pelo entendimento o que significa ter um.
Propósito envolve muito mais além do que simples objetivo, mas sim um sentido de vida – que se exerce com tamanha paixão a ponto de se construir uma vida ideal; e não me refiro a uma vida sem problemas, desconfortos e lágrimas. Mas sim daquelas que te fazem dormir à noite com satisfação, a despeito do cansaço e stress naturais.
Comparo o propósito e o gosto como o castelo assentado em pedras, daqueles feitos na areia. Um possui sustentação, o outro não.  Em todo trabalho é preciso entender que:

  • Há momentos de stress
  • Atividades cansativas e mecânicas
  • Burocracias irritantes e desnecessárias
  • Pessoas difíceis de se lidar
  • Dias ruins

Quem guia seus interesses pelo o que gosta – se é que sabe exatamente dos próprios gostos – possui dificuldade em lidar com os reveses naturais da vida e da carreira; frustra-se com as derrotas e falhas e logo desinteressa-se pelo o que faz. Assim são os gostos.
Pessoas que vivem com propósito são guiadas por outro prisma. Sabem exatamente o que querem e seus gostos são mais restritos aos seus objetivos. Além disso, possuem capacidade mais elevada de resiliência a situação adversas. Tais indivíduos descobrem-se profissionalmente e constroem sua vida ideal na medida em que sentem estarem caminhando em direção ao rumo que deram as suas existências.
Que tal fazermos um exercício para ajudá-lo a descobrir seu propósito e sua paixão?

Os 10 itens revolucionários

Sente em um lugar confortável. Respire lenta e profundamente…
Mentalmente, peça a cada parte do seu corpo que relaxe. Pernas, braços, ombros….
Continue respirando. Este exercício apenas poderá ser aproveitado da melhor maneira possível caso você se liberte de toda e qualquer pressa. Não há necessidade de rapidez, nem de tempo limite. O único critério é o do relaxamento.
Concentre-se na sua respiração. Respire enchendo os pulmões e contraindo a barriga. Realizando o movimento inverso, ponha o ar para fora expandindo o abdômen e esvaziando o peito.
Mais calmo? Se não, volte aos passos acima. Se sim, pode continuar a leitura.
Sua mente está clara. Jogue três perguntas a ela:

  • o que desejo estar fazendo daqui há 20 anos?
  • de que forma quero impactar as pessoas ao meu redor e o ambiente em que convivo?
  • qual minha vontade mais profunda? Ex. Ajudar dezenas de pessoas em suas carreiras, construir um negócio sólido, ser um médico humanista.

Essa lista possui três critérios básicos para ser montada:

  • cada pergunta deve ter pelo menos uma resposta.
  • Preencha as três questões, livremente, com outras 7 respostas.
  • Não é permitido ultrapassar 10 respostas.

Quando sua lista estiver montada, tenha certeza de ter em mãos um objeto muito precioso. Talvez você ainda não tenha certeza do seu propósito, mas certamente terá um norte de onde ele se encontra. Para complementar esse ensinamento, assista essa entrevista com Guy Kawasaki – um dos grandes gurus do Vale do Silício – sobre paixão no trabalho.

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